Cursos


Em 1822, na cidade de Viena, CYRILLUS DEMIAN, inventou um pequeno órgão de quatro acordes que chamou de acordeom. Surgia aí o primeiro modelo. Realizou as modificações que introduziu no invento chinês com os princípios da gaita como a conhecemos hoje: o sistema de palhetas livres, que vem a ser o aperfeiçoamento de outros instrumentos como o oeline e o aerofone. O acordeom foi patenteado em 06 de maio de 1829, e em Londres no mês seguinte, 19 de junho, CHARLES WHEATSTONE promoveu o primeiro concerto. A partir daí o acordeom tornou-se popular e passou a ser símbolo de status. A partir de 1863, PAOLO SOPRANI, apaixonado pelo novo instrumento; perdeu horas de sono trabalhando e desenvolvendo novos mecanismos e montagens, mudando palhetas, até chegar a um perfeito acordeom para a época, passando então à sua industrialização juntamente com seus irmãos Settimio e Pascoale. Hoje existem três tipos básicos de acordeões, que são: o de teclados (gaita pianada), gaita-ponto (ou duas conversas, oito socos, gaita-de-botão, entre tantos nomes…), e o bandoneon (de tamanho um pouco maior do que a gaita ponto).


gaita_piano

 

Em 1822, na cidade de Viena, CYRILLUS DEMIAN, inventou um pequeno órgão de quatro acordes que chamou de acordeom. Surgia aí o primeiro modelo. Realizou as modificações que introduziu no invento chinês com os princípios da gaita como a conhecemos hoje: o sistema de palhetas livres, que vem a ser o aperfeiçoamento de outros instrumentos como o oeline e o aerofone. O acordeom foi patenteado em 06 de maio de 1829, e em Londres no mês seguinte, 19 de junho, CHARLES WHEATSTONE promoveu o primeiro concerto. A partir daí o acordeom tornou-se popular e passou a ser símbolo de status. A partir de 1863, PAOLO SOPRANI, apaixonado pelo novo instrumento; perdeu horas de sono trabalhando e desenvolvendo novos mecanismos e montagens, mudando palhetas, até chegar a um perfeito acordeom para a época, passando então à sua industrialização juntamente com seus irmãos Settimio e Pascoale. Hoje existem três tipos básicos de acordeões, que são: o de teclados (gaita pianada), gaita-ponto (ou duas conversas, oito socos, gaita-de-botão, entre tantos nomes…), e o bandoneon (de tamanho um pouco maior do que a gaita ponto).


Viola caipira, é um instrumento musical de cordas. A viola caipira tem características muito semelhantes ao violão. Tanto no formato quanto na disposição das cordas e acústica, porém é um pouco menor. Uma característica que destaca a viola dos demais instrumentos é que o ponteio da viola utiliza muito as cordas soltas, o que resulta um som forte e sem distorções, se bem afinada. As notas ficam com timbre ainda mais forte pois este é um instrumento que exige o uso de palheta, dedeira ou principalmente unhas compridas, já que todas as cordas são feitas de aço e algumas são muito finas e duras.


Violao

 

Os instrumentos de cordas pulsadas que hoje conhecemos, tiveram sua origem histórica a partir da Lira, instrumento de cordas usado pelos antigos Gregos e Egípcios. O violão é conhecido mundialmente como guitarra e faz parte do grupo de instrumentos de cordas pulsadas, que são classificados em:

– Providos de haste ou braço (Violão e guitarra);
– Sem haste ou braço (Harpa).

A origem do violão (guitarra), é muita confusa pois ele é conciderado um instrumento típico da música brasileira, porém, não foi criado no país. Especula-se que sua origem seja da região Oriental, levada à Península Ibérica pelos Árabes. Outra teoria é que seja originário da Grécia ou de Roma, descendendo da Lira grega. Seja qual for a esua origem, ao longo dos séculos os instrumentos prercussores do violão foram sendo gradativamente transformados, sendo muito usados na Espanha e em Portugal. A nomenclatura espanhola do violão é guitarra, assim como a inglesa (guitar). Por isso, para evitar confusões de nomes, em vários países se costuma chamar o violão de Spanish Guitar (Guitarra Espanhola), distinguindo-o da Guitarra Elétrica. O nome violão é específicamente usado no Brasil e em Portugal, sendo neste último também chamado de Viola.


bateria

 

É um conjunto de tambores, de diversos tamanhos e timbres, e também de pratos colocados de forma conveniente com a intenção de serem percurtidos por um único músico, denominado baterista, geralmente, com o auxílio de um par de baquetas, vassourinhas ou bilros, embora no caso de alguns executantes, possam também ser usadas as próprias mãos.

 

percusao

 

Pode-se considerar os instrumentos percussivos, os primeiros instrumentos criados pela humanidade, uma vez que, batendo seus bastões ou os próprios pés no chão ou em pedras e madeiras, os homens da Antigüidade já marcavam o ritmo para as danças e cerimônias religiosas e até se comunicavam por esse meio. Os primeiros tambores provavelmente consistiam em um pedaço de tronco de árvore oco (furado). Estes troncos eram cobertos nas bordas com a pele de algum réptil ou couro de peixe e eram percutidos com as mãos.

 

teoria-musical

 

Teoria musical ou teoria da música é o nome dado a qualquer sistema ou conjunto de sistemas destinado a analisar, classificar, compor, compreender e se comunicar a respeito da música. Uma definição sintética seria: a descrição, em palavras, de elementos musicais e a relação entre a simbologia da música e sua performance prática. Por extenso, teoria musical pode ser considerada qualquer enunciado, crença, ou concepção de música. A teoria musical tem um funcionamento ambíguo, tanto descritivo como perceptivo. Tenta-se com isso definir a prática e, posteriormente, a influência. Normalmente segue-se o padrão de intencionar reduzir a prática de compor e atuar em regras e/ou idéias.

 

teclado

 

O teclado musical é um “instrumento” bastante sofisticado da tecnologia moderna, oriundo de instrumentos como o piano, o órgão, o cravo, dentre outros.
Foi no século XX que ganhou maior relevância dentro do mercado da música, por sua versatilidade e variedades sonoras. No ano de 1874, um inventor chamado Elisha Gray criou o primeiro verdadeiro sintetizador. Chamado de “The Telegraph Musical”, este instrumento teve dois teclados, os sons produzidos através de fios telegráficos. Sua patente real foi obtida em 1875, para o que foi chamado oficialmente de “telégrafo elétrico de transmissão de tons musicais”. Após este passo inicial, o desenvolvimento foi lento. Os primeiros órgãos elétricos não sairia até a década de 1920 com mais de 45 anos depois.
A Fender Rhodes Piano Baixo estreou em 1960, o que é adequado, uma vez que a década veria a primeira explosão real avanços em teclados elétricos. Através da primeira parte da década de 1960, Sintetizadores tinha sido desenvolvido. Eles eram extremamente grandes e máquinas delicadas e foram utilizados apenas em estúdios de gravação, mas isso estava prestes a mudar.
A invenção de Bob Moog, o sintetizador Moog, foi exibido pela primeira vez em 1964. Tecnicamente, no entanto, não era um teclado, uma vez que não têm um teclado.
Bob Moog adicionado um teclado de um sintetizador em 1970 e, de lá, a explosão teclado elétrico começou. Outras empresas seguiram o exemplo e como o tempo passou mais avanços e aperfeiçoamentos foram feitas.
Sintetizadores digitais veio mais tarde e com a tecnologia MIDI eles poderiam ser amarrado em computadores e outros dispositivos de entrada e de programação. Rock progressivo dos anos 1970 tornou-se ligado a sintetizadores, mas assim como o pop eletrônico dos anos 1980.